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Rio de Janeiro, 26 August 2010 | 7:23 pm Close-up, vol.1: Love songs | Suzanne Vega LABORATÓRIO POP [por Ricardo Schott]: Não são só os artistas brasileiros que, em alguns momentos, param para regravar suas obras. A grande diferença é que, em vários casos, os gringos, mesmo que estejam sumidos da mídia, fazem isso com um pouco mais de charme e sem aporrinhar os ouvidos dos fãs com autorreleituras de araque. A americana Suzanne Vega decidiu reler sua obra em 4 CDs, cada um enfocando um lado de seu repertório - e ainda deixou de lado seus dois grandes hits, Luka e Tom s dinner, pelo fato de eles não se encaixarem no esquema de "love songs" do primeiro disco da série. No Brasil, que só a reconhece por Luka, periga muita gente deparar com o CD por aí (Close-up saiu aqui pelo pequeno selo Lab 344) e nem saber que ela tem uma obra tão consistente e numerosa assim. Não é só por esses dois hits que Suzanne é conhecida no Brasil, a bem da verdade - Caramel e Marlenne on the wall, que estão no disco em boas versões, tocaram em FMs de perfil adulto quando de seu lançamento original. O volume 1 da série serve mais como uma boa redescoberta do que como um álbum que vá varrer o mercado. Traz as canções no esqueleto, com voz, violão, poucos acompanhantes e pouquíssimas guitarras. If you were in my movie, para os padrões do disco, conseguiu ficar soturna e suja, com vocais falados lembrando Lou Reed. Gypsy tem estrutura de canção de ninar. Small blue thing, com um pouco mais de mídia, conseguiria conquistar tantos corações quanto os maiores hits da cantora, assim como I ll never be (Your Maggie May), com levada roubada de I got a feeling, dos Beatles. Quem não gosta de sonoridades certinhas e inofensivas, deve fugir - o que o som de Suzanne tem de agridoce, tem de asséptico demais à primeira vista, pronto para adonar comerciais de empresas telefônicas e até reclames de margarina. Se não for esse o problema, vale ouvir. Rio de Janeiro, 6 August 2010 | 1:32 pm Suzanne Vega em um exercício de estilo MONDO POP / por Fabian Chacur em 06 de Agosto: A canção Luka, lançada em 1987 como parte do álbum Solitude Standing, tornou a cantora, compositora e violonista americana Suzanne Vega conhecida mundialmente. Um CD maravilhoso, o segundo de sua discografia, que havia começado dois anos antes com um trabalho autointitulado do qual fazia parte a charmosa Marlene On The Wall. Em termos comerciais, Miss Vega nunca mais teve nada tão potente como esse álbum antológico. No máximo, quem sabe, a música Caramel, espécie de bossa nova pop incluída na trilha do simpático filme Feito Cães e Gatos (1996), com Uma Thurman e Janeane Garofalo. Vendas à parte, a moça continuou lançando obras relevantes, e durante os anos 90 investiu em uma interessante e ousada fusão de sua folk music com o experimentalismo eletro-industrial do tecladista e produtor Mitchell Froom, com o qual foi casado. Seu show no antigo Palace (hoje CitiBank Hall, em São Paulo), em 1998, foi antológico, com essa dualidade eletrônica/acústica muito bem resolvida. Na década que está indo para o saco, ela voltou ao formato folk-pop e se manteve longe dos charts. Seu novo trabalho é, na verdade, uma volta ao passado. Trata-se de Close-Up, que reunirá em quatro álbuns temáticos releituras de canções dos seus álbuns. O primeiro acaba de sair no Brasil. pelo novo selo Lab344. Close-Up Vol.1 Love Songs nos oferece 12 canções de temática romântica, nas quais sua voz e violão predominam, com intervenções delicadas e sutis dos músicos Gerry Leonard (guitarra) e Michael Visceglia (baixo). A voz de Suzanne continua doce e hipnótica, com um jeitão de carochinha pop, contando histórias nem sempre felizes, mas interessantes e dignas de uma trovadora urbana (às vezes, nem tanto). As músicas não diferem muito dos arranjos originais, mas os arranjos mais despidos destacam a voz e o violão, sem nunca nos deixar cair no marasmo ou no bocejo que às vezes esse formato proporciona. O repertório mistura canções mais famosas como Caramel, Marlene On The Wall, Gypsy eStockings com outras tão legais como, entre elas Small Blue Thing, (If You Were) In My Movie eSongs In Red And Gray. Close-Up pode ser considerado um projeto preguiçoso por repetir canções antigas sem grande inovação, um exercício de estilo de uma artista buscando novos rumos ou simplesmente uma deliciosa releitura de músicas maravilhosas feita de forma despretensiosa e quente. Fico com a última alternativa. Rio de Janeiro, 6 August 2010 | 1:17 pm Cyndi Lauper homenageia mestres do blues GUITAR PLAYER / por Henrique Inglez de Souza: O que tem a ver Cyndi Lauper com mestres do blues? A resposta para essa pergunta é, no mínimo, um disco. Talvez você possa até estranhar, mas a cantora pop lançou no final de junho passado um trabalho dedicado ao estilo. 'Memphis Blues' traz diversas versões e participações especiais. As gravações aconteceram no estúdio Electrophonic Studios, em Memphis (EUA), sob a produção de Scott Bomar e da própria Lauper. São 11 faixas, incluindo 'Down Don't Bother Me' (Albert King), 'Rollin' and Tumblin'' (Muddy Waters) e 'Crossroads' (Robert Johnson). A edição brasileira ainda conta com duas canções de bônus, 'Wild Women Don't Get the Blues' e 'I Don't Want to Cry', a qual contou com nosso conterrâneo Leo Gandelman. Aliás, no que se refere às participações especiais, a cantora esteve bem servida: Jonny Lang, Charlie Musselwhite, Ann Peebles, Allen Toussaint e o mestre B.B. King. Rio de Janeiro, 6 August 2010 | 1:11 pm Cyndi Lauper mergulha no mundo do blues R7 / por Fabian Chacur em 05 de Agosto: Cyndi Lauper ficou famosa nos anos 80 com seus trabalhos alegres, dançantes e com elementos de rock, pop e dance music. Quem está acostumado com esse perfil da cantora americana tomará um susto ao ouvir seu novo CD, Memphis Blues, lançado no Brasil pela gravadora Lab 344. Nesse álbum, a garota que só queria se divertir incorpora uma legítima cantora de blues, com personalidade e talento suficiente para compará-la às grandes divas do gênero. Alias, ela dedica o trabalho a uma delas, a saudosa Ma Rainey. O enfoque é na ala de Chicago desse seminal estilo musical, com direito a solos de gaita, guitarras nervosas e releituras personalizadas de clássicos desse estilo, entre os quais Rollin' And Tumblin', Crossroads, Don't Cry No More e How Blue Can You Get. Os convidados especiais são um capítulo a parte, pois são todos mestres do blues. São eles o gaitista Charlie Musselwhite (que tocou até com os Rolling Stones), o pianista e maestro Allen Toussaint (de Nova Orleans), a cantora Ann Peebles e o guitarrista Jonny Lang, alguns deles em mais de uma faixa. A cereja do bolo blueseiro é a presença do embaixador mundial do blues, mestre B.B. King, que canta e toca guitarra em Early In The Mornin', faixa da qual também participa Allen Toussaint. De quebra, o saxofonista brasileiro Leo Gandelman faz belos solos durante a faixa que encerra o disco, I Don't Want To Cry, que soa mais como uma daquelas deliciosas baladas do rock and roll dos anos 50. Memphis Blues é muito mais do que uma cantora pop fazendo um frila na seara do blues. O disco soa como alguém que não só ama o estilo como o incorporou de forma incondicional o papel que se propôs a vivenciar. Se ela resolvesse ser uma blues woman em tempo integral, certamente se daria muito bem. Rio de Janeiro, 6 August 2010 | 1:05 pm Lendas legitimam o blues competente de Lauper NOTAS MUSICAIS/O DIA / por Mauro Ferreira em 02 de Agosto: Aos 57 anos, Cyndi Lauper preserva a potência vocal dos anos 80. É com sua voz forte e cortante que a intérprete pop de hits como Girls Just Wanna Have Fun simula o sentimento do blues em seu primeiro disco dedicado ao gênero. Justiça seja feita: o álbum é bom. Até porque não tem como ser ruim um disco que agrega bluesmen como B. B. King (voz e guitarra em Early in the Mornin'), o gaitista Charlie Musselwhite (em Just your Fool e em Down Don't Bother me) e o hábil pianista de Nova Orleans Allen Toussaint (em Shattered Dreams, em Early in the Mornin' e em Mother Earth). Tais lendas legitimam a incursão de Lauper pelo blues. Difícil não se embriagar com o clima de fim de estrada em que a artista ambienta temas como Rollin' and Tumblin' - faixa em que Lauper repõe em cena a voz de Ann Peebles, hoje esquecida cantora associada ao soul de Memphis. Talvez por ter escutado blues desde sempre, como tem revelado em entrevistas, Lauper forja de maneira convincente alma blueseira que dá credibilidade a regravações de clássicos como Crossroads, na qual figura (como cantor e guitarrista) Jonny Lang. Tanto que soa até dispensável a faixa-bônus exclusiva da edição brasileira, I Don't Want to Cry, balada gravada com o saxofonista Leo Gandelman. E o fato é que - por mais que represente, a rigor, o simulacro de um espírito blueseiro - o competente Memphis Blues de Cyndi Lauper é CD coeso esculpido com a pegada dos verdadeiros mestres do gênero. Rio de Janeiro, 6 August 2010 | 12:45 pm Com a alma do blues ACORDES / por Toninho Spessoto em 04 de Agosto: A garota continua fanfarrona, querendo apenas se divertir, mas agora ao som do blues. Em seu 11o álbum Cyndi Lauper mergulha no universo blueseiro e se dá muito bem. Lançando mão de uma bela seleção de clássicos, a cantora mostra com precisão, emoção e sagacidade o feeling que o gênero exige. E conta com a participação de um timaço de craques. O pianista Allen Toussaint está em Shattered Dreams, Early In The Mornin' e Mother Earth. Mestre B.B. King divide com Cyndi os vocais em Early In The Mornin' (claro que a inseparável guitarra Lucille marca presença). O cantor e guitarrista Jonny Lang está em How Blue Can You Get? e Crossroads. O gaitista Charlie Musselwhite comparece em Just Your Fool e Down Don't Bother Me. A cantora Ann Peebles faz dueto com Cyndi Lauper em Rollin' And Tumblin'. A edição brasileira do CD tem uma faixa-bônus: I Don't Want To Cry, com participação do saxofonista Leo Gandelman. De qualidade. Rio de Janeiro, 6 August 2010 | 12:32 pm O blues de Cyndi ESTADO DE MINAS / por Kiko Ferreira em 05 de Agosto: A norte-americana Cyndi Lauper chega aos 57 anos de idade e 27 de carreira com um projeto especial. Em Memphis Blues, ela deixa de lado a carreira de estrela pop para recriar o clima dos clássicos discos da gravadora de música negra Stax e colocar seu sotaque de Nova York nos trilhos tradicionais do blue sulista. Tão mutante quanto Madonna, a loura, que já vendeu mais de 30 milhões de discos e teve cinco singles de seu disco de estreia, She's so unusual, na parada da revista Billboard, segue uma trajetória de guinadas e surpresas. Recém-saída de um disco dance, Bring ya to the brink, de 2008, ela chegou a reler standards de jazz no álbum At last, de 2003, fez um álbum de canções natalinas em 2004 e entrou na onda acústica em 2005 com The Body Acoustic. A fêmea fatal que conquistou o público gay com True Colors e chamou as garotas para a diversão em Girls Just Want To Have Fun mexe, agora, em vespeiro masculino. A maioria das 13 faixas de Memphis Blues foi composta por homens. E ela dá a versão feminina, convidando ícones do gênero para dividir a responsabilidade. Dos velhos músicos de estúdio da Stax, Skip Pitts (guitarra) e Lester Snell (teclados), ao jovem guitar hero Jonny Lang, a lista de colaborações é consistente. O mestre da guitarra B.B. King suinga em Early In The Mornin'; o pianista de New Orleans, Allen Touissant, dialoga com King na mesma faixa e dá o clima de bar enfumaçado em Shattered Dreams e Mother Earth; o gaitista Charlie Musselwhite acrescenta peso e molejo a Just Your Fool e Down Don't Bother Me e até o brasileiro Leo Gandelman surge na relação de convidados com seu sax jazzy na faixa de encerramento, I Don't Want To Cry. A única presença feminina é a especialista AnnPeebles, que ajuda nos vocais de Rollin' And Tumbin', de Muddy Waters. Com uma base feita por alguns dos melhores músicos de estúdio do blues, Cyndi Lauper está à vontade no disco. E mostra maturidade para driblar suas limitações vocais e construir umconjunto consistente que, se não é uma obra-prima, é um legítimo disco de blues. Rio de Janeiro, 4 August 2010 | 1:27 pm Cyndi Bluseira DIÁRIO DE PERNAMBUCO / por Michelle Assumpção: Esqueçam a Cyndi Lauper extravagante, pop e hit girl dos anos 1980. Aos 57 anos, ela reaparece com a mesma potência vocal de quando estorou mundialmente. Mas vem mais contida e luxuosa, entoando sentimentos blues em seu primeiro disco dedicado ao gênero, Memphis blues. Entre as participações estão a de B. B. King, o gaitista Charlie Musselwhite e o pianista Allen Toussaint, de New Orleans. Na faixa bônus da edição brasileira foi incluída a faixa I don't want to cry, gravada com o saxofonista Leo Gandelman. Rio de Janeiro, 2 August 2010 | 3:07 pm Suzanne Vega: Mais sofisticada em seu novo trabalho ESTADO DE MINAS / por Mariana Peixoto: Grandes hits têm o poder do bem e do mal. No caso da cantora Suzanne Vega, Luka, a deliciosa canção pop que a fez tornar-se conhecida mundo afora em meados dos anos 1980, atrapalhou mais do que ajudou. Na época (o ano era 1987), o sucesso acabou abrindo as portas do meio fonográfico. Por outro lado, como Vega não conseguiu emplacar outro da mesma forma, viu-se presa a Luka por anos e anos. É isso, ao menos, o que aparece na superfície daquele ouvinte que passa ao largo do que toca em rádio. Um recado para os desavisados: ao longo de mais de 20 anos, Vega continuou produzindo. Não músicas fáceis, mas canções bem trabalhadas, com sotaque ora folk, ora jazzístico e letras de cunho literário, certamente influência de mestres como Leonard Cohen e Bob Dylan. Enfim, um pop sofisticado que não costuma chegar a ouvidos descuidados. Ganhou, nas últimas décadas, a aura de cult. Sua produção lhe deu o luxo de reler a própria obra em quatro álbuns temáticos, que levam o nome de Close- up. O primeiro deles, que ganha agora edição nacional pelo selo Lab 344, é Love songs. Em 12 faixas, Vega relê seu repertório em formato bem intimista (baixo, violão e guitarra). Despidas de grande instrumentação, as músicas de Vega têm um ar por vezes melancólico. Que o diga Small blue thing, faixa de abertura, gravado originalmente em Suzanne Vega (1985), o disco de estreia da cantora e compositora. Adepta das metáforas poéticas, aqui ela se coloca como "um pequeno objeto azul", que pode "chover aos pedaços". Na sequência, uma das músicas mais conhecidas da cantora, graças à inclusão na trilha sonora de Closer – Perto demais. Caramel não está muito diferente de sua primeira versão, mas o violão dá um leve sotaque bossa-novista. Em (If you were) in my movie, Vega deixa a interpretação mais suave de lado para cantar com voz grave, que acentua a intensidade da música. Gypsy, por sua vez, é a que tem a levada folk nos moldes tradicionais, o que levou Vega, no início de carreira, a ser comparada a Joni Mitchell. A verborrágica Marlene on the wall tem onda semelhante. "São canções de amor, mas que também falam de atração, flerte e confronto", escreveu Vega, hoje aos 51 anos, no encarte do álbum, também produzido por ela. No fim das contas, o que Love songs prova é que tanto cantora quanto sua obra passaram bem no teste da passagem do tempo. Rio de Janeiro, 2 August 2010 | 3:05 pm Mandy Moore: Com os próprios pés Mandy Moore lança disco novo e assume a maturidade e a responsabilidade de suas músicasDIÁRIO DE SANTA CATARINA / por Vinicius Bastista: Mandy não, Amanda! Ao dar ao título de seu novo álbum, Amanda Leigh, o nome com que foi batizada, Mandy Moore faz mais do que uma volta às raízes: pretende mostrar amadurecimento. Apesar de nunca chegar ao estrelato, desde 1999 mantém um público fiel. Um público teen, é verdade, mas que correspondia à ingenuidade de seus primeiros álbuns. No primeiro verso da canção Pocket Philosopher, Mandy diz que "agora eu estou andando sobre meus próprios pés" (Now I'm walking on my own two feet). O disco mostra essa fase da cantora, assumindo sua maturidade e a responsabilidade de sua música. Ela assina todas as canções do álbum e traz uma sonoridade menos adolescente. A voz ainda tem os trejeitos jovens, mas não prejudica essa tentativa de assumir uma nova postura. Apesar de transitar num mar de pop/rock balada, como o do single I Could Break Your Heart Any Day Of The Week, os arranjos de algumas canções, especialmente Pocket Philosopher e Merrimack River, mostram ondas de criatividade e beleza. Rio de Janeiro, 29 July 2010 | 8:40 pm UMA PEQUENA OBRA-PRIMA ESTADO DE MINAS / por Arthur G. Couto Duarte (27/07/2010) Mesmo que seus integrantes tenham deliberadamente optado por técnicas de gravação ao feitio lo-fi tão em voga entre as bandas "mudernas", a sonoridade do duo californiano Girls lembra e muito a exuberância psicodélica de artistas da era clássica do rock, como Kaleidoscope, The Beach Boys, Donovan Leitch e Tyrannosaurus Rex. Em seu CD de estreia, simplesmente denominado Album (selo True Panther Sounds, distribuído no Brasil pelo Lab 344), os músicos Christopher Owens e JR White tocaram praticamente todos os instrumentos, assinaram os arranjos e arregimentaram a produção, consumando assim um monumental triunfo do velho "do it yourself". Anjos perdidos de um universo tomado por pranchas de surfe, substâncias estupefacientes e loções bronzeadoras, Owens e White se elevaram do submundo da sua nativa San Francisco para a fama global da noite para o dia. Criado no seio da controversa comunidade mística-hippie Children of God ("os meninos de Deus"), Owens viu o irmão mais velho morrer quando criança porque a "Família" como o grupo pseudor-religioso hoje prefere se intitular jamais acreditou em atenção médica. Depois de fugir do grupo aos 16 anos, passou a viver nas ruas como um maltrapilho punk, até que um milionário local o adotou. Do encontro posterior com White surgiria o beatífico Girls. Lançado lá fora em setembro de 2009, Girls chega até nós ostentando as preciosas faixas-bônus Solitude e Life in San Francisco. Como as demais canções do disco, elas se mostram banhadas por uma beleza tristonha de dimensões épicas. Ainda que muito daquilo que ajudou a alavancar o estouro do grupo se deva à própria história de seus integrantes, ninguém em sã consciência poderá negar a força devastadora de temas como Lust for life, Summertime, Morning light e Ghost mouth. Na voz soluçante de Owens, personagens destroçados por paixões de reverberações quase patológicas são expostos sem pudores. Nada lá, no entanto, resvala para a laceração emo, vide os versos "you've been a bitch/ I've been an ass/ I don't wanna point the finger/ I Just know I don't like this/ I don't wanna do this" da pungente Laura. Nos quase sete minutos da arrepiante Hellhole ratrace, guitarras twangy amparadas por uma batida seca que ressoa contra os tímpanos como um martelo evocam os delírios junkie do neo-noisy-ácido The Jesus & Mary Chain. Ao final, Album consegue comprimir aquilo que de melhor o rock já nos deu, em termos de transcendência lisérgica e lirismo visceral. Uma pequena obra-prima que provavelmente jamais aspirou à perfeição, mas cuja beleza e elegância fortuitas se mostram extraordinariamente distantes da produção pop atual. Rio de Janeiro, 29 July 2010 | 11:36 am Clipe de "Thieves" na MTV O clipe do She & Him "Thieves" estreou hoje na programação da MTV, no Lab Now. MTV Lab Now : Segunda a Domingo às 08h30 Rio de Janeiro, 29 July 2010 | 11:32 am crítica de 'Album' do Girls no Diário do Nordeste Com nomes assim, do álbum e da banda, o quinteto californiano Girls ameaçava passar em brancas nuvens (afinal, o Google não é lá tão inteligente). Contudo, seus dotes musicais ajudaram a banda a se destacar e ganhar um lugar ao sol. O Girls faz um indie eletro-acústico, lo-fi, o mesmo segmento testado pelo inglês Pete Doherty em seus voos solos. A diferença é que os norte-americanos não abrem mão da levada pop e da melodia algo ensolarada. "Laura" é uma pérola , que atualiza os Beach Boys à base de melancolia britpop. DIÁRIO DO NORDESTE - R$ 22,90 / 14 FAIXAS / 2010 / LAB 344 Rio de Janeiro, 27 July 2010 | 11:04 am CYNDI LAUPER TEM O AVAL DE MÚSICOS DO GÊNERO Memphis blues, 11º disco de Cyndi Lauper, é, como o nome indica, um álbum de blues. E é mais um dos passos difusos da cantora que, mesmo sendo conhecida pelo punhado de canções pop perfeitas que marcaram sua carreira nos anos 80 (True colors, Time after time, She bop), sofreu tantas mudanças com o passar dos anos que ficou irreconhecível para muita gente. Mas é um bom passo, cheio de credibilidade. Nas últimas duas décadas, Cyndi abraçou o protesto contra a discriminação de minorias (Sisters of avalon, de 1996), gravou canções de Natal (Merry Christmas... Have a nice life, de 1998), tomou rasteiras do mercado (sua gravadora faliu quando o disco Shine, de 2001, já estava pronto) e se voltou para sons mais orgânicos, revisitando clássicos americanos, temas de jazz e relendo seus próprios hits em versões acústicas. Em 2008, pareceu querer dar uma de Madonna, fazendo um disco de pista de dança, o mais-ou-menos Bring ya to the brink. Faz falta a Cyndi focar numa persona pop que a leve além dos projetos e que a faça cumprir a promessa musical que foi no começo dos anos 80. Aos fãs e curiosos, Memphis blues oferece a descoberta de uma faceta diferente e boa da cantora, que arranha a garganta relendo clássicos blueseiros do gaitista Little Walter (Just your fool, com Charles Musselwhite na diatônica), Albert King (Down don't bother me, também com Musselwhite), Memphis Slim (Mother earth) e outros. Crossroads, clássico de Robert Johnson, ganha a guitarra e a voz do ex-menino prodígio Johnny Lang. Outros grandes nomes (e põe grandes nisso) dão seu aval e tornam Memphis blues uma surpresa que talvez valha até uma versão em DVD, com o registro da turnê. Na marota e percussiva Early in the morning, o pianista de Nova Orleans Allen Toussaint e o veterano B.B. King dividem as atenções. Rollin and tumblin, de Muddy Waters, redescobre os vocais de Ann Peeble, cantora de blues e soul lançada nos anos 70 pelo célebre selo Hi. A sonoridade do álbum, com metais, piano e clima de bar de beira de estrada, tem a mesma cara vintage de proveta encontrável em discos como Back to black, de Amy Winehouse. Para os fãs brasileiros, tem como bônus a baladinha blues I don't want to cry, com Leo Gandelman ao saxofone. JORNAL DO BRASIL / por Ricardo Schott Rio de Janeiro, 20 July 2010 | 11:37 am A GAROTA DE DIVERTE ATÉ COM BLUES Precursora do pop performático ousa apostar no gênero que ninguém imaginava que ela poderia cantar Será lançado hoje no Brasil um dos CDs de blues mais bem cotados do ano. Memphis Blues estreou há duas semanas nos EUA e já está em 26º lugar nas vendas. O curioso é que este é o novo trabalho de um ícone pop dos anos 80: Cyndi Lauper. Acostumada a revolucionar padrões, dessa vez Cyndi foi além. Lançou mão de seu melhor recurso, a sua voz, e conseguiu provar que as meninas também se divertem com o blues. Em entrevista ao Destak, ela revela que sua paixão pelo gênero não é novidade. "Escuto blues desde criança e queria fazer esse CD desde 2004", diz a cantora americana. Em plena era Lady Gaga, Cyndi Lauper resolveu deixar as performances extravagantes de lado e teve coragem de se recriar, aos 57 anos. Mesmo assim, ela não poupa elogios à nova geração de moças do pop. "Lady Gaga e Beyoncé são fantásticas! Assisti a um show da Pink, recentemente, e também achei incrível". Não foi à toa que o resultado agradou. Cyndi escolheu a dedo parceiros como B.B. King, Allen Toussaint, Charlie Musselwhite, Ann Peebles e Jonny Lang, todos craques do gênero. Para a edição brasileira de Memphis Blues, a cantora nascida no Brooklyn, em Nova York, convidou o saxofonista brasileiro Leo Gandelman, com quem gravou uma faixa especial para o disco lançado hoje nas lojas brasileiras, pela gravadora Lab 344. "A música brasileira é tão rica e única que eu quis gravar com um grande artista brasileiro, e mostrar o quanto eu admiro e respeito a cultura do país", diz. "Eu amo dançar, e não existe melhor música para dançar do que a brasileira", conclui. Os shows do novo CD de Cyndi Lauper também virão ao país. A turnê ainda não tem datas definidas, mas é certo que a cantora vai se apresentar por aqui ainda no fim deste ano ou no início de 2011. FLAVIA LIMA / JORNAL DESTAK (RJ, SP, DF) Rio de Janeiro, 19 July 2010 | 5:28 pm CYNDI NA CAPA DO JORNAL METRO JORNAL METRO / por Raquel Paulinho: Esqueça o espalhafato dos anos 1980, com cabelos raspados de um lado e multicoloridos do outro, roupas cheias de pontas e atitude quase agressiva. A Cyndi Lauper de 2010 é sóbria, veste-se bem, tem belos cabelos loiros e canta blues. Aos 57 anos – e mais bela do que nunca –, a cantora migrou para esse estilo musical em seu 11o álbum, "Memphis Blues", que acaba de chegar ao Brasil. E vem bem acompanhada por mestres do gênero: ao longo das 12 faixas do CD, todas covers de grandes sucessos, Cyndi canta com B.B. King, Jonny Lang, Charlie Musselwhite, Allen Toussaint e Ann Peebles. "É o álbum que eu queria fazer há muitos anos", declarou na coletiva de lançamento nos EUA, no dia de seu aniverário, 22 de junho. "Todas essas canções lindas, todos os músicos maravilhosos, tudo foi cuidadosamente escolhido. São pessoas que admiro durante toda minha vida. Soube, desde o primeiro acorde, que estava criando algo especial." No Brasil, o CD é lançado com uma faixa extra exclusiva, "I Don't Want to Cry". Nela, Cyndi canta ao som do delicado saxofone do brasileiro radicado nos EUA Leo Gandelman. É um bônus que ela decidiu dar ao seu imenso e fiel fã-clube no país. Do pop ao blues, ela não descarta mudar de estilo mais uma vez em um próximo trabalho. "Ainda tenho muito a dizer. Enquanto houver uma esquina em que queiram me ouvir, vou me arriscar no que meu coração mandar", finalizou. Rio de Janeiro, 19 July 2010 | 5:06 pm CYNDI LAUPER NO ESTADO DE SÃO PAULO Nos anos 80 e 90, seria impensável essa transformação: Cyndi Lauper, ideóloga da corrente "garotas só querem se divertir", passava a léguas de distância do som "roots". Era pop até a raiz colorida dos cabelos. Mas, num momento em que todas parecem forjadas na mesma matriz (Lady GaGa, Christina Aguilera, Kesha, Nelly Furtado), eis que ela faz o gesto mais ousado de sua carreira: ajudada por gigantes do blues (B. B. King, Charlie Musslewhite, Jonny Lang, Allen Toussaint) grava um disco tingido pela lama do Mississippi. Só de blues. Em Memphis Blues (Lab 344), ela projeta sua voz gritada, de hedonismo urbano, sobre clássicos do blues, como Crossroads, Early in the Morning (com B. B. King no luxuoso apoio vocal) e How Blue Can You Get?. Sua estridência às vezes pode parecer desconfortável, como na faixa de abertura, Just Your Fool. Mas não é que a combinação funciona? A instrumentação, como a guitarra com som de taquara em Crossroads, é fina. / JOTABÊ MEDEIROS Rio de Janeiro, 16 July 2010 | 12:28 pm PARA BILLBOARD 'MEMPHIS BLUES' É O MELHOR DISCO DE CYNDI LAUPER Cyndi Lauper será eternamente uma das garotas dos anos 80 que só queria se divertir. Ela sabe disso e não tenta fugir de sua música mais famosa, que virou ode ao hedonismo de polainas. Mas também não sobrevive disso. Tanto que ao completar 57 anos, lançou este disco com standards do blues. Não poderia ser mais diferente dos clipes em que se vestia de moleca com cabelo pintado de rosa. Cyndi reúne um belo time de músicos do gênero, como o pianista Allen Toussaint, e o gaitista Charlie Musselwhite (que inspirou o ator Dan Aykroyd no filme Irmãos Cara-de-Pau). Até o guitarrista B.B. King surge em "Early In The Morning". Dadas as credenciais, a escalação somada ao timbre marcante e agora maduro de Cyndi, o quinto trabalho da cantora em nove anos é o seu melhor. Talvez desde os 80. Mas são dois mundos impossíveis de comparar. (Billboard Brasil Jul 2010 - por Luiz Cesar Pimentel) Rio de Janeiro, 15 July 2010 | 7:07 pm CYNDI LAUPER NA BILLBOARD (BR) A gravadora Lab 344 lança este mês no Brasil o novo CD de Cyndi Lauper, Memphis Blues. No disco, a cantora faz releituras de músicas do gênero com a participação de diversos músicos, como B. B. King, Allen Toussaint, Charlie Musselwhite e Jonny Lang. "Eu queria fazer este CD desde 2004. Para mim o blues é a base de tudo, você canta isso a sua vida toda", disse a cantora em vídeo divulgado em sua página oficial do YouTube. Memphis Blues é o 11º disco de estúdio de Cyndi Lauper. Leia a crítica do álbum na edição de julho da Billboard Brasil. Rio de Janeiro, 14 July 2010 | 3:43 pm SHE & HIM / N*GRANDJEAN ::: (A NOTÍCIA) veículo: A NOTÍCIA (Joinville) seção: O que ouvir data: 10/07/2010 assunto: She & Him / N*Grandjean Rio de Janeiro, 14 July 2010 | 3:12 pm SHE & HIM ::: (ROLLING STONE BR) veículo: ROLLING STONE (BR) seção: Novas data: 10/07/2010 assunto: She & Him Rio de Janeiro, 14 July 2010 | 3:05 pm SHE & HIM ::: (ELLE) veículo: ELLE seção: Pelas Ruas data: 13/07/2010 assunto: She & Him Rio de Janeiro, 14 July 2010 | 2:56 pm SHE & HIM (BILLBOARD BR) veículo: Billboard (Brasil) data: 13/07/2010 assunto: She & Him Rio de Janeiro, 12 July 2010 | 7:55 pm MANDY MOORE: revista Atrevida veículo: Atrevida data: Julho 2010 assunto: resenha de 'Amanda Leigh' Rio de Janeiro, 12 July 2010 | 4:12 pm Cyndi Lauper na Newsweek veículo: Newsweek data: 08/07/2010 Rio de Janeiro, 4 de Novembro de 2009 COMUNICADO
Comunicamos que devido à intensa demanda de final de ano, as fábricas não conseguiram cumprir os prazos estabelecidos; sendo assim, teremos nossos lançamentos entregues aos lojistas somente a partir de 10/11. Rio de Janeiro, 15 de Outubro de 2009 A-HA COMEMORA 25 ANOS DE CARREIRA E ANUNCIA RETIRADA DE CENA EM 2010
A banda norueguesa envia comunicado à imprensa informando que o bem sucedido "Foot of the Mountain", licenciado à LAB 344 e com previsão de lançamento para o dia 27 de Outubro, é seu último álbum de carreira, e que em 2010 uma turnê de despedida percorrerá vários países, incluindo o Brasil. TEMA DE FILME COM JULIA ROBERTS E DA NOVELA 'VIVER A VIDA'
'Surround Me With Your Love' do grupo norueguês 3-11 Porter, faz parte do álbum "Surround Me", que será editado no Brasil no próximo mês. A música fez parte do filme "Um Segredo Entre Nós" com a atriz Julia Roberts, de um comercial com a top model Kate Moss e, agora, é tema dos protagonistas da novela "Viver a Vida" da Rede Globo.
Rio de Janeiro, 28 de setembro, 2009 LAB 344 ASSINOU COM A-HA NO DIA 09/09/09 Exatamente no dia 09/09/09 LAB 344 assinou com o escritório do a-ha para lançamento na América do Sul do 9º álbum do grupo, "Foot of the Mountain". O álbum chegará às lojas na segunda quinzena de Outubro, e estará disponível para download legal em breve. THE LEMONHEADS EM "VARSHONS"
"Varshons" será lançado no Brasil no próximo mês pela LAB 344, e conta com o auxílio luxuoso das famosas Liv Tyler e Kate Moss dividindo os vocais com Evan Dando. O conteúdo digital já está disponível para download.
DVD MÚSICAS DAS ÍNDIAS EM PORTUGAL Lançado em Portugal em parceria com a gravadora Vidisco, o DVD "Música das Índias", que conta com videoclipes de sucessos da música indiana, está em 1º lugar no ranking dos mais vendidos há algumas semanas, e já é disco de ouro. TIAGO IORC NA BILLBOARD JAPAN O primeiro single de trabalho do álbum "Let Yourself In" do artista brasileiro Tiago Iorc, licenciado recentemente pela LAB 344 para lançamento no Japão sob licença da gravadora Som Livre, figura nas listas das músicas mais tocadas nas rádios japonesas, e chegou a atingir a posição #4 nos charts de música internacional. BELLE AND SEBASTIAN, CAT POWER, MELANIE C LAB 344 programa para Outubro o lançamento no Brasil dos álbuns "The BBC sessions" (Belle and Sebastian); "Jukebox" (Cat Power); e "This Time" (Melanie C), editados no exterior em 2008. SONIC YOUTH NO BRASIL
"The Eternal" será editado em breve no Brasil pela LAB 344, aproveitando a vinda do grupo para o festival Planeta Terra que será realizado no dia 7 de Novembro em São Paulo. JOÃO SABIÁ, CRIS DELANNO, MARISSA, RICARDO DUNA, ELIZA LACERDA, VALÉRIA SATTAMINI Compilação "Brazilian Lounge" é lançada no Reino Unido pela gravadora World Music Network com várias músicas do catálogo da LAB 344. Rio de Janeiro, 10 de agosto, 2009 LAB 344 EM "CAMINHO DAS ÍNDIAS"
4 músicas do catálogo da LAB 344 fazem parte da trilha internacional da novela "Caminho das Índias", escrita por Glória Perez e protagonizada pela atriz Juliana Paes: "When and If" (Ari Hest); "Publico" (Orishas); "Small Talk" (Ovi); e "Tip of My Tongue" (Something Sally feat. Joss Stone). Rio de Janeiro, 25 de março, 2009 A VIDA EM BOSSA POR VALÉRIA SATTAMINI "CHANSON BOSSA", álbum com a cantora brasileira Valeria Sattamini, idealizado e produzido por Sérgio Martins e Flavio Mendes, em fase de finalização, já está agendado para lançamento em vários países, incluindo Portugal, Alemanha, Suíça, Áustria, Japão, Coréia do Sul, e países do Sul da Ásia. O projeto traz, além de conhecidos sucessos franceses como "La Vie en Rose" e "Un Homme et Une Femme", versões em francês de "Águas de Março", "Garota de Ipanema", "Samba da Benção" e "Futuros Amantes". Mais notícias em breve. Aguardem! "DISCOBOSSA" EM PORTUGAL LAB 344 também licencia para lançamento em território português os álbuns "Discobossa" - com a cantora Juliana Aquino, e "Bossa Queen", - projeto idealizado pelos produtores Sergio Martins e Hide Tanaka, com versões bossanovísticas interpretadas por feras como João Donato e Joyce, de famosos hits da banda de rock que vendeu mais de 300 milhões de cópias no mundo inteiro. ZACH ASHTON EM TERRITÓRIO POLONÊS "Just Like Beautiful" será lançado em breve na Polônia pela gravadora Warner Music. "DISCOBOSSA" É LICENCIADO PARA GRAVADORA SUL-COREANA "DISCOBOSSA", projeto idealizado pelo produtor Tuta Aquino, é licenciado para a Coréia do Sul. O álbum, já lançado em vários países, traz versões em bossa bova para clássicos da disco music. Rio de Janeiro, 02 de Março, 2009 VÔO DE MICK HUCKNALL FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM SP Mick pede desculpas aos fãs pelo ausência no programa Domingão do Faustão, mas aconteceu o que ninguém esperava. Seu vôo vindo de Buenos Aires direto para o Rio, teve que fazer um pouso forçado em São Paulo, e com o aeroporto lotado, não conseguiram colocá-lo em uma ponte-aérea, mesmo tendo um helicóptero a sua disposição no aeroporto Tom Jobim, que o levaria ao Projac. Rio de Janeiro, 21 de Fevereiro, 2009 SIMPLY RED NO FAUSTÃO Simply Red no Domingão do Faustao dia 01/03 recebendo disco e dvd de ouro, e cantando sucessos da carreira. Não percam! Rio de Janeiro, 13 de Fevereiro, 2009 TERESA CRISTINA EM COMPILAÇÃO DA GRAVADORA PUTUMAYO A gravação de "Pecado Capital" por Teresa Cristina & Grupo Semente entra na coletânea "Brazilian Café", do selo americano Putumayo. COMPILAÇÃO DE LOUNGE MUSIC PARA O REINO UNIDO LAB 344 seleciona repertório para compilação produzida por John Armstrong, que deverá ser lançada em Março pelo selo inglês World Music Network. TIAGO IORC EM TERRITÓRIO JAPONÊS Álbum de estréia de Tiago Iorc "Let Yourself In" será editado no Japão em Abril de 2009 pela gravadora JVC. Tiago no Brasil é mais conhecido por ter suas músicas "Scared", "Blame" e "Nothing But a Song" em trilhas internacionais das novelas da TV Globo. Rio de Janeiro, 20 de Janeiro, 2009 LAB 344 LANÇA SIMPLY RED NO BRASIL LAB 344 lançará no Brasil, com distribuição Som Livre, o novo álbum do grupo Simply Red. LAB 344 NA TRILHA DE "CAMINHO DAS ÍNDIAS" LAB 344 consegue direitos de 7 canções indianas, dos famosos filmes de Bollywood, que farão Rio de Janeiro, 03 de Janeiro, 2009 NOVO WEBSITE DA LAB 344 ENTRA NO AR!
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